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terça-feira, 30 de setembro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008
Inspiração da semana: All you need is love
Amor dá sentido à vida. Sempre que agimos com amor, seja nos relacionamentos, no trabalho ou nas pequenas tarefas, o resultado é infinitamente melhor.
Com este sentimento, a música para inspirar a semana é a "All you need is love". Esta música dos Beatles foi reproduzida no filme Across the Universe, em um emocionante trecho da película. Quem gosta do som deste grupo, vale a pena conferir.
All You Need Is Love
Love, Love, Love
Love, Love, Love
Love, Love, Love
There's nothing you can do that can't be done
Nothing you can sing that can't be sung
Nothing you can say but you can learn how to play the game
It's easy
Nothing you can make that can't be made
No one you can save that can't be saved
Nothing you can do but you can learn how to be you in time
It's easy
All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
Nothing you can know that isn't known
Nothing you can see that isn't shown
Nowhere you can be that isn't where you're meant to be
It's easy
All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
All you need is love
All you need is love.
All you need is love, love
Love is all you need (love is all you need)
Yee-hai!
Oh yeah!
She loves you, yeah yeah yeah...
She loves you, yeah yeah yeah...
Com este sentimento, a música para inspirar a semana é a "All you need is love". Esta música dos Beatles foi reproduzida no filme Across the Universe, em um emocionante trecho da película. Quem gosta do som deste grupo, vale a pena conferir.
All You Need Is Love
Love, Love, Love
Love, Love, Love
Love, Love, Love
There's nothing you can do that can't be done
Nothing you can sing that can't be sung
Nothing you can say but you can learn how to play the game
It's easy
Nothing you can make that can't be made
No one you can save that can't be saved
Nothing you can do but you can learn how to be you in time
It's easy
All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
Nothing you can know that isn't known
Nothing you can see that isn't shown
Nowhere you can be that isn't where you're meant to be
It's easy
All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
All you need is love
All you need is love.
All you need is love, love
Love is all you need (love is all you need)
Yee-hai!
Oh yeah!
She loves you, yeah yeah yeah...
She loves you, yeah yeah yeah...
sábado, 20 de setembro de 2008
Entrevista esclarecedora sobre Yôga
Encontrei esta entrevista com informações interessantes sobre o universo do Yôga, cultura SwáSthya, treinamento de alta performance em Yôga etc. Os entrevistados são o Prof. Flávio Moreira e a Instra, Gisele Correa. Parabéns pela clareza que os assuntos foram colocados!
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domingo, 14 de setembro de 2008
O que você quer ser?

DeRose, instrutores e alunos da Unidade Leblon
Na última aula da formação profissional da Uni-Yôga Leblon, cada um dos instrutores e futuros profissionais fizeram um texto sobre as perspectivas que tínhamos quando criança e em que aspectos estas perspectivas se materializaram quando você escolhemos a profissão de instrutor do Método DeRose.
Meu texto:
O que você quer ser quando crescer? Sempre nos fazem esta pergunta, principalmente na infância. Confesso que eu tinha dificuldade em responder, pois parecia impossível unir tudo que eu gostava em uma só atividade. Apenas sabia que tinha que ser algo que contribuísse para melhorar o mundo. O incrível é que, posteriormente, descobri que era viável unir este imenso conjunto de interesses em uma profissão: a de instrutora do Método DeRose.
Dentro do universo que despertava o meu interesse estavam conhecer culturas, línguas e civilizações diferentes. No colégio, as aulas de histórias que mais me despertavam a atenção eram as sobre as civilizações antigas, que deixaram grandes legados para a humanidade. No SwáSthya, estudo sobre povos muito antigos e evoluídos culturalmente, que deixaram como herança para a humanidade ferramentas para o auto-conhecimento, este conjunto de técnicas mais tarde foi chamado de Yôga.
Também adoro aprender e ensinar! Sempre fui boa aluna na escola e adorava compartilhar o que eu aprendia com os colegas. Descobri que o conhecimento se tornava muito mais forte dentro de mim a partir do momento que eu passava adiante. Na profissão de instrutora todos os dias consigo ampliar conhecimento e transmiti-lo. E, como é gratificante perceber a evolução dos alunos!
O empreendedorismo também me fascina! Construir algo, fazer crescer e prosperar é apaixonante.Coloco estes verbos em prática a cada dia, pois o meu trabalho é mais do que dar aulas. É também ser integrante de um empreendimento e fazer acontecer.
Além disso, sempre gostei de viajar e conhecer pessoas diferentes. Através do SwáSthya, visito constantemente pelas diversas “nações” brasileiras, pela Argentina e Europa. Sempre conhecendo e trocando experiências com pessoas especiais que nutrem o mesmo ideal de vida.
Por estas e outras, hoje fico feliz de poder responder com certeza e amor a pergunta inicial. E, ainda por cima saber que esta opção contribui para deixar o mundo um lugar melhor para se viver.
Texto do Instrutor Bruno Sousa:
"Quando pequeno, certo dia, resolvi que seria diplomata. Não sei bemcomo ou quando foi, sei paenas que, quando me dei conta, a certeza já estava instalada, como se lá sempre estivera. Por certo os fraques, coquetéis e recepções na Embaixada exerciam seu fascínio sobre um infante bem impressionável, mas os sonhos de criança nunca são movidos primordialmente por vaidade ou orgulho. Havia algo a mais. Esse je ne sais quoi, se pudesse ser descrito, seria a idéia de representar algo maior. Não uma família ou uma empresa – todo um povo, sendo sua face visível mundo afora. Carregar uma bandeira, defendê-la com o coração e com a alma, simplesmente por essa ser a única coisa possível de ser feita frente à magnitude daquilo que se ama.
Mas o tempo passa, o mundo aperta. Os sonhos dão lugar ao pragmatismo, as aspirações a uma vida grandiosa por vezes cedem seu espaço ao desejo de uma vida confortável e estável – ainda que cinzenta, cômoda, sem alma. O suposto caminho mais fácil, por ser o conhecido e recomendado, é, na verdade, penoso, pois não há prazer em percorrê-lo.
Apesar de tudo, a criança ainda vive, com sua alegria, inconseqüência e rebeldia frente às verdades dos mais velhos, tão verdadeiras quanto suas pretensamente felizes existências. A vida não pode ser só isso. Muito bem, estamos inconformados com a realidade das coisas, mas o que fazer a partir de daqui?
Yôga? É, pode ser interessante. Ah, muito bom, relaxar, se alongar. Esse tal de Yôga é forte mesmo. O que está acontecendo comigo? Só pode ser o Yôga. É, realmente o Yôga dá muitas respostas, quero me aprofundar mais. Ser instrutor? Mas que complicado...será? É, não tem jeito: quero mesmo ser instrutor.
Uma coisa levou à outra, e o que era uma simples aula na casa de um amigo virou projeto de vida, filosofia integral, certeza. E deu de volta à vida o brilho que nunca deveria ter se apagado, com o bônus de resgatar o sonho de infância: ser representante de algo maior, belíssimo, precioso. OK, o fraque deu lugar à bermuda de lycra, os coquetéis aos sat-chakras e a Embaixada à Unidade...mas me sinto mais feliz participando desta família, desta nação, desta missão, do que seria fazendo qualquer outra coisa. E “the boss” aqui pode ser barbudo também, mas é infinitamente mais simpático!"
Texto da Bia Aiex:
Quando pequena, chamava atenção meus grandes olhos arregalados, preocupados apenas em registrar tudo aquilo que passava em minha frente, observando e aprendendo. Eu desfrutava sinceramente de cada momento e cada nova situação que vivia. Sim... Como toda criança é. As escolhas são simples e não há engano. Uma criança sempre sabe o que quer. Meus pais contam que eu vivia como quem não queria crescer.
Hoje quando me vêem praticando yôga dizem que eu pareço voltar a ser criança. Para mim, a escolha de me tornar uma instrutora do Método DeRose me reaproxima desse jeito leve que pode ser viver, onde as decisões são mais fáceis pois escolho o que realmente gosto de fazer. É um espaço para continuar aprendendo, mas sem medo de crescer, ao contrário, com o comprometimento de ensinar.
Texto da Luciana de Andrade:
Lembro-me que quando criança queria ganhar o mundo, conhecer as mais diversas culturas e as mais diferentes pessoas. Lembro-me de querer ser jornalista, de não ter rotina, de viver cada dia como se fosse único.
Queria ser correspondente internacional, conhecer pessoas interessantes, viajar muito e viver cercada de todo o glamour que na minha cabeça de criança um jornalista vive.
O tempo passou, a criança cresceu e virou uma adolescente, dessas que querem mudar o mundo, que tem sede de transgredir, que nunca conseguiu entender como o ser humano pode passar por aqui sem ao menos tentar ser um pouco melhor hoje do que ontem.
Então lá fui eu. Vestibular. Comunicação Social. Primeiro dia de aula da PUC tudo era muito novo e pra lá de interssante. A adolescente pisava em sala de aula e para sua surpresa a cada dia se afastava daquela carreira tão almejada.
Aos poucos os espinhos começaram a aparecer. Desemprego, lobby e todos os ônus que no fundo todas as profissões carregam um pouco consigo. Desencantei-me. Mas como mudar se eu tinha certeza de que aquilo era o que eu sempre quis.
Um dia, lembro-me de estar em uma aula de marketing e uma professora dizer: “As certezas absolutas são as piores coisas dessa vida.” Fui para casa pensando naquilo e entendi que muitas vezes as certezas absolutas nos cegam e nos impedem de mudar de rumo.
Decidi mudar. Novo vestibular. Administração. Foi um tiro no escuro, mas sabia que se tudo desse errado pelo menos o mercado era mais abrangente. Por sorte me apaixonei completamente por essa profissão que creio eu todos deveriam saber um pouco. Administrar começa pelo seu tempo.
Mas...Algo ainda faltava, foi então que conheci o Swásthya e percebi que em meio a correria do dia-a-dia essa filosofia muito me tocava. Estudei, me aprofundei, passei de grau e chegada a hora percebi que poderia também ser instrutora.
O Swásthya trouxe de volta algumas possibilidades que aquela adolescente sonhadora que estava adormecida sempre quisera. Conhecer gente nova e interessante, viajar e indubitavelmente ser um pouco melhor hoje, um pouco mais do que ontem e com certeza um pouco mais amanhã.
Outra possibilidade que me fascina é quem sabe conciliar duas profissões que admiro. Então, que eu possa ser nessa empreitada um pouco sonhadora com a maturidade que a vida profissional me concedeu.
Alunos do curso de graduação
Um agradecimento especial para a minha querida monitora Vanessa de Holanda, que contribuiu muito para tornar tudo isso possível.
Obs: A proposta deste exercício foi da Professora Anahí Flores no ser livro Inspire y al Exalar, Escríba. Ela também escreveu sobre este tema em um texto chamado Reeducadora Comportamental que pode ser conferido aqui.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Artigo de bem-estar na revista Pilotis
Saiu este mês um artigo meu na revista Pilotis. Confira a seguir:

O texto original pode ser lido aqui.

O texto original pode ser lido aqui.
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