domingo, 27 de abril de 2008

Perda do que é mais precioso


Você sai do trabalho, pega um trânsito enorme, para enfim chegar à um médico, toda esbaforida e descobrir através da secretária que a sua consulta está marcada para semana que vem. Que pena! Você perdeu algo muito valioso, que não dá para recuperar, seu tempo.

Todos já devem ter vivido uma situação semelhante na vida, por distração ou falta de planejamento. Acontecendo de vez em quando, tudo bem, desde que sirva de lição para prestar mais atenção. Mas, o problema é quando você perde tempo todos os dias da vida. Acontece com aqueles que não sabem o que estão fazendo por aqui.

Perde tempo quem não sabe o que quer, não se envolve com nada, nem com minguém. Não defende nenhum ideal ou missão, tão pouco quer se responsabilizar por algo. Se contenta em assistir o tempo passar como figurante de seu próprio filme. Ao invéns de ser protagonista, observa as vidas alheias e opina sobre os outros, desaprovando tudo que sai dos padrões sociais. Se preenche com fofocas, intrigas e vazio.

Perde tempo aquele que não busca a felicidade hoje, demora semanas para dar aquele telefonema ou para procurar um amigo. Culpa o governo, a sorte, Deus, a sogra ou o papagaio, pelo o que falta na sua existência, ao invés de olhar para o próprio umbigo.

Perde tempo, quem entrega a sua vida ao acaso.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Aula de SwáSthya Yôga na Lagoa!


Foto da prática de Yôga na Lagoa no sábado passado

Convido os queridos visitantes do meu blog, que moram no Rio, para participarem de uma deliciosa prática de SwáSthya Yôga neste sábado (26/4) às 11h, em frente aos pedalinhos na altura do parque da Catacumba.

A próxima aula será no domingo, dia 20 de julho às 10h30.

domingo, 20 de abril de 2008

Mudrás

As nossas mãos têm um incrível poder de despertar estados de consciência. Os gestos feitos com as mãos, conhecidos como mudrás, fazem parte da prática do Swásthya Yôga e produzem efeitos sobre o psiquismo e por consequência, sobre o corpo físico.

A seguir, está um vídeo com alguns dos mudrás do Yôga Antigo:

terça-feira, 8 de abril de 2008

Auto-superação

Nas minhas aulas de SwáSthya Yôga, quando vejo que algum aluno está com alguma dificuldade, digo que o principal é tentar e acreditar no seu potencial. Depois, tudo que parecia impossível acaba se tornando fácil!
Foto tirada pelo querido aluno e talentoso fotógrafo Marcos Felice.

Receita vegetariana

Muitas pessoas, sabendo que eu não ingiro carnes, me perguntam o que eu como. Simples, tudo menos carnes! Não uma alimentação natureba e sim, com muito sabor, cores e temperos!

A seguir, uma receita que eu gosto muito...

Strogonoff DeRose

Ingredientes:
cebolas;palmito;champignon;queijo muzzarella, parmesão e um terceiro da sua escolha;molho de tomate;creme de leite* ou yoghurt ou tahine, ou taratur;orégano;cardamomo em pó;noz moscada;molho de pimenta verde ou vermelha.
Quantidades, a gosto. Se faltar um destes ingredientes, não se aflija. Substitua-o de acordo com o seu paladar e intuição. Culinária também se faz com criatividade e improviso.

Modo de Preparar:
Corte as cebolas em rodelas e ponha para fritar sem acrescentar nenhum tipo de óleo. Vá mexendo sempre para que não queime, mas deixe dourar bem. Introduza o molho de tomate. Depois acrescente um pouco de água, os champignons cortados ao meio e o palmito picado. Que tal um pouco mais de água?
Assim que ferver, baixe o fogo e adicione os queijos. Vá mexendo para não grudar. Quando os queijos estiverem derretidos, acrescente as especiarias: orégano, cardamomo, noz moscada e o molho de pimenta. Sal, nem pensar! Sem demora, acrescente o creme de leite, ou então o yoghurt, ou ainda a pasta de tahine. Mexa e tire logo do fogo.
Se quiser, pode adicionar uma pitada de germe de trigo e/ou farelo de trigo antes de tirar do fogo.
Cada vez que utilizar esta receita varie os condimentos, os queijos e o restante: o strogonoff DeRose tem cerca de 3.000 variantes...
Este prato acompanha bem qualquer tipo de legume cozido ou arroz.

Esta e outras receitas deliciosas estão no livro "Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha", do DeRose.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Stress bom

Muito se fala dos males do stress, mas lidar com um nível gerenciável deste, faz bem, pois o organismo batalha para compensá-lo e acaba por supercompensá-lo.
Esta é uma resposta natural ao stress, um "instinto" embutido em todas as formas de vida do planeta. Como a vida evolui no sentido de responder à adversidade, ela precisa desta para prosperar. Um belo exemplo desse mecanismo está em duas espécies de coníferas, os Pinus longaeva e aristata (foto), que sobrevivem em condições terríveis; solo árido, paupérrimo em nutrientes e em umidade, ventos fortes e frio extremo. No entanto, estão entre os seres vivos mais velhos do planeta, muitos dos espécimes encontrados têm quase 5.000 anos de idade. Eram pequenas mudas quando as pirâmides do Egito foram construídas e continuam férteis nos dias de hoje. Elas são uma ilustração viva do pensamento do filósofo Nietzsche; aquilo que não nos mata nos torna mais fortes.