Sugestões para aumentar a sua concentração no dia-a-dia
Muitas vezes, estamos fazendo algo e a nossa mente começa a divagar e percorrer caminhos inimagináveis. Quando nos damos conta disto, percebemos que desperdiçamos tempo desnecessariamente. Além disso, quantos acidentes, erros e enganos aconteceram apenas por pura falta de atenção? Ao contrário, quando realizamos qualquer coisa com concentração, conseguimos um melhor resultado, em menos tempo.
Com a prática do SwáSthya Yôga, aprendi a lidar melhor com o fluxo dos pensamentos. A seguir, estão três dicas simples para vivenciar melhor o momento presente e ampliar o poder de concentração:
Quando sentir que a sua mente está muito dispersa, experimente se concentrar na sua respiração. Ao inspirar, descontraia o abdômen e ao exalar, contraia. Após alguns minutos deste exercício, você perceberá que os pensamentos estarão mais focados.
Procure fazer uma coisa de cada vez. Não tente falar no telefone enquanto escreve um email e achar que tudo será bem feito. O mais eficiente é se concentrar em uma tarefa de cada vez e passar para a próxima quando a primeira já estiver finalizada. Experimente e veja como o que antes parecia ganho de tempo pode ser mais produtivo se você se dedicar a uma única tarefa por completo.
Encontre prazer nas tarefas cotidianas. Você vai perceber que ao fazer algo com concentração conseguimos descobrir detalhes que passariam despercebidos. Por exemplo, ao comer; perceba o aroma, o sabor e a textura do alimento. Procure mastigar explorando estas sensações. Dessa forma, você vai desfrutar mais, com uma menor quantidade.
O mais importante é ampliar a vivência do aqui e agora, pois o passado não existe mais e o futuro se constrói agora.
Rafaella Coelho
Este artigo foi também publicado na revista virtual do Personare.
segunda-feira, 23 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
Use a força do seu pensamento
Use a força do seu pensamento
Comprove os efeitos positivos da mentalização e aplique-os no cotidiano
Antes de uma casa ser construída, imagina-se o estilo da construção, o número de quartos, o jardim. Faz-se o projeto para depois começar as obras. Trabalha-se primeiro com a mente para ter uma imagem clara daquilo que se deseja ver construído. Esse é um exemplo prático do arquétipo mental, conceito usado por Jung para mostrar que tudo é criado duas vezes: primeiro no plano mental e depois no físico.
Quando fazemos uma mentalização, além de utilizar o arquétipo mental, atuamos no plano energético. Cada pensamento desprende certa quantidade de energia proporcional à sua intensidade, que tem efeitos tanto no mundo exterior, quanto no seu corpo. Quanto mais concentrados e por mais tempo e vezes imaginamos, mais energia é direcionada para este fim.
Para verificar o efeito desta técnica, você pode fazer uma experiência que está no livro Tratado de Yôga do escritor DeRose:
1 Coloque algumas sementes de feijão sobre algodão úmido em dois potes. Cada um com a mesma quantidade de algodão, de água e de sementes. Os dois devem receber a mesma quantidade de ar e de luz.
2 Todos os dias, pela manhã e à noite, dirija-se a um grupo de sementes, sempre o mesmo, e mentalize que está crescendo. O conteúdo do outro prato deve ser simplesmente ignorado.
3 No final de uma semana, compare as duas porções de sementes. Em noventa por cento dos casos, aquela que você mentalizou para crescer estará mais desenvolvida que a outra. Perceba que se você tem o poder de influenciar uma planta que está fora do seu corpo, imagine a sua capacidade de transformar-se!
PARA CONTINUAR REFLETINDO SOBRE O TEMA:
O documentário Quem somos nós? (2004) contém uma passagem com as fotos microscópicas da água submetida a diversos estímulos, registradas pelo japonês Masaru Emoto. Podemos observar como as moléculas aparecem diferentes de acordo com os pensamentos e intenções. O filme complementa com a seguinte pergunta: se os pensamentos podem fazer isso com a água, imagine o que podem fazer conosco?
Artigo publicado na revista virtual do site Personare que sou colaboradora.
Comprove os efeitos positivos da mentalização e aplique-os no cotidiano
Antes de uma casa ser construída, imagina-se o estilo da construção, o número de quartos, o jardim. Faz-se o projeto para depois começar as obras. Trabalha-se primeiro com a mente para ter uma imagem clara daquilo que se deseja ver construído. Esse é um exemplo prático do arquétipo mental, conceito usado por Jung para mostrar que tudo é criado duas vezes: primeiro no plano mental e depois no físico.
Quando fazemos uma mentalização, além de utilizar o arquétipo mental, atuamos no plano energético. Cada pensamento desprende certa quantidade de energia proporcional à sua intensidade, que tem efeitos tanto no mundo exterior, quanto no seu corpo. Quanto mais concentrados e por mais tempo e vezes imaginamos, mais energia é direcionada para este fim.
Para verificar o efeito desta técnica, você pode fazer uma experiência que está no livro Tratado de Yôga do escritor DeRose:
1 Coloque algumas sementes de feijão sobre algodão úmido em dois potes. Cada um com a mesma quantidade de algodão, de água e de sementes. Os dois devem receber a mesma quantidade de ar e de luz.
2 Todos os dias, pela manhã e à noite, dirija-se a um grupo de sementes, sempre o mesmo, e mentalize que está crescendo. O conteúdo do outro prato deve ser simplesmente ignorado.
3 No final de uma semana, compare as duas porções de sementes. Em noventa por cento dos casos, aquela que você mentalizou para crescer estará mais desenvolvida que a outra. Perceba que se você tem o poder de influenciar uma planta que está fora do seu corpo, imagine a sua capacidade de transformar-se!
PARA CONTINUAR REFLETINDO SOBRE O TEMA:
O documentário Quem somos nós? (2004) contém uma passagem com as fotos microscópicas da água submetida a diversos estímulos, registradas pelo japonês Masaru Emoto. Podemos observar como as moléculas aparecem diferentes de acordo com os pensamentos e intenções. O filme complementa com a seguinte pergunta: se os pensamentos podem fazer isso com a água, imagine o que podem fazer conosco?
Artigo publicado na revista virtual do site Personare que sou colaboradora.
Respire melhor

Nascemos respirando plenamente, porém, a vida sedentária, as emoções pesadas e o stress do dia-a-dia, fazem-nos perder esta capacidade de trazer mais vida para o nosso corpo. Pois a forma como respiramos está diretamente ligada às nossas emoções. Você já reparou como respira de forma diferente quando está ansioso ou agitado? Essas tensões emocionais podem causar contrações musculares. Respirando corretamente, no entanto, a oxigenação relaxa os músculos e permite que as emoções sejam mais facilmente administradas.
Para reaprender a respirar corretamente, podemos realizar exercícios de reeducação respiratória, que se incorporados ao nosso cotidiano, nos garantem mais qualidade de vida. Para começar, conscientize-se de como você respira, se é pelo abdômen ou pela parte alta dos pulmões. Estima-se que a maior parte da população utiliza 10% da capacidade pulmonar. Entretanto, respirar de forma correta consiste em utilizar toda a plenitude pulmonar, parte baixa, média e superior. Entenda melhor:
Inspire expandindo o abdômen, depois afaste as costelas e por último leve o tórax para o alto.
Ao exalar, esvazie primeiro a parte superior dos pulmões. Logo em seguida, aproxime as costelas e finalmente contraia a barriga.
Se tiver dificuldade no início, pode utilizar a respiração baixa que compreende 60% da totalidade dos pulmões. Consiste em ao inspirar descontrair o abdômen e ao expirar contraí-lo. Depois de assimilar a respiração ampla e consciente, podemos explorar outros aspectos mais profundos. Lembre-se: A forma pela qual respiramos está diretamente relacionada a maneira que interagimos com o mundo ao nosso redor. "A forma pela qual respiramos está diretamente relacionada a maneira que interagimos com o mundo ao nosso redor. " A respiração ampla e lenta está ligada a estados de felicidade, plenitude e realização pessoal. Por outro lado, se é caótica e curta, está correlacionada a estados de tensão e ansiedade.
Coloque em prática o que foi visto acima, ganhe mais energia e cultive emoções construtivas. Este é um grande passo para iniciar profundas transformações na sua vida.
Rafaella Coelho
Este artigo foi publicado anteriormente na revista virtual do site Personare, que sou colaboradora.
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